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Case Bike Point: Como o ORCA transformou a operação do e-commerce

Ilustração de um armazém logístico inteligente com esteiras, caixas e linhas de dados luminosas conectando processos, representando a integração de sistemas e a eficiência operacional no e-commerce com o ORCA Sonar.

Nesse cenário de operações robustas em e-commerce e varejo, a expansão omnichannel traz consigo o desafio da fragmentação de dados e os processos manuais. Sistemas legados, plataformas de comércio eletrônico, marketplaces, operadores logísticos, entre outras tecnologias, geralmente operam em silos. Consequentemente, um dos resultados são divergências financeiras invisíveis em faturas de frete, estoques descompassados, perda de vendas em carrinhos abandonados e lideranças dependentes de planilhas estáticas para tomada de decisão. Para solucionar essas dores de ponta a ponta na Bike Point, a DIPLAN projetou e implementou o ORCA, uma plataforma mobile-first centralizada de inteligência operacional, auditoria contínua e automação sob… Continue a ler »Case Bike Point: Como o ORCA transformou a operação do e-commerce

Os erros de cubagem que reduzem a sua margem

Ilustração de um pacote em uma esteira logística sendo escaneado por lasers e envolto em um cubo de dados, representando a auditoria de erro de cubagem.

De fato, a diferença entre a cotação de frete no checkout e a fatura enviada pela transportadora é um ponto de risco no varejo digital. Gestores frequentemente categorizam essas perdas como “subsídio” necessário para manter a conversão. Contudo, assim como já mapeamos na ilusão da economia tática, a análise de dados revela que, na maioria dos casos, trata-se de ineficiência operacional mascarada. Um subsídio real ocorre quando a empresa decide, de forma consciente, absorver parte do custo logístico para garantir a venda. O que ocorre na prática é um erro de sistema: Subsídio estratégico? Cenário Origem do custo Impacto no… Continue a ler »Os erros de cubagem que reduzem a sua margem

A Inteligência Artificial barata já acabou

Ilustração conceitual de um cérebro de circuito integrado superaquecendo ao lado de um medidor de pressão no limite e dinheiro escoando, representando o custo elevado da infraestrutura de inteligência artificial.

Estávamos em uma corrida de adoção de assinaturas e acessos a modelos de IA quase gratuitos que pareciam solucionar todos os desafios empresariais muito facilmente. No entanto, o que acabamos vendo como tecnologia acessível era, na verdade, uma fase de subsídio de infraestrutura de mercado. Empresas gigantes como Google, OpenAI, Anthropic e Microsoft precisavam de volume massivo de usuários para testar, calibrar e treinar seus modelos em escala real. Para isso, operaram queimando seus caixas e bancando o custo real da computação. Hoje, atingimos a maturidade comercial e técnica, e o mercado está na fase da cobrança. Compreender a diferença… Continue a ler »A Inteligência Artificial barata já acabou

Operação Travada 3/3: A ilusão da economia tática

custo de oportunidade

Pense comigo. Toda vez que você assume uma tarefa técnica para “economizar” o tempo ou dinheiro da empresa, você está, na verdade, assinando um dos pagamentos mais caros da sua operação. A matemática da sua rotina está errada. Enfim, chegamos à parte final da série Operação Travada que gostei muito de explorar mais sobre o tema. Já mapeamos o teto de faturamento (parte 1) e o gargalo da aprovação gerado pela falta de dados estruturados (parte 2). Hoje, o diagnóstico final vai atacar o caixa, discorrendo sobre o custo de oportunidade do seu tempo. A hora mais barata Quando o… Continue a ler »Operação Travada 3/3: A ilusão da economia tática

Operação Travada 2/3: O seu Smartphone desligado

O seu Smartphone desligado

O que será que vai acontecer com a sua empresa se você desligar o celular hoje e voltar apenas daqui uns dias? A resposta a essa pergunta vai definir o nível de maturidade da sua gestão. Na primeira parte desta série, vimos como o fundador limita o faturamento ao tentar reter a execução técnica. Hoje, o foco é o segundo sintoma dessa falha de design operacional: a centralização das aprovações. O peso da bagagem É claro que você conhece o seu mercado e o seu cliente. Essa bagagem é o ativo mais caro que sua empresa possui. As falhas ocorrem… Continue a ler »Operação Travada 2/3: O seu Smartphone desligado

Operação Travada 1/3: O teto do faturamento

A estagnação do seu negócio pode ser uma falha de design operacional

O seu esforço técnico, a sua resiliência e a sua dedicação foram os motores que trouxeram o seu negócio até o patamar atual. Portanto, se sua empresa foi construída do zero, esse mérito é seu. No entanto, acompanho com frequência um momento onde a operação estagna. Isso raramente acontece por falta de mercado. Muitas vezes, ocorre por uma falha de design operacional. Onde a capacidade de crescimento da empresa fica limitada às suas 24 horas do dia. O limite do zelo Existe uma linha tênue entre o zelo pela qualidade e o microgerenciamento. Estar atrás do balcão na execução direta… Continue a ler »Operação Travada 1/3: O teto do faturamento

A promoção sem um método

A promoção sem método. Princípio de Peter.

Vejo um movimento que sempre acontece e que desgasta profissionais dentro das empresas, seja em vendas, financeiro, operações ou na tecnologia. Ocorre quando a empresa recompensa o profissional de melhor desempenho com uma promoção para um cargo de liderança. O que deveria ser um progresso natural de carreira acaba transformando-se em um desafio operacional complicado para a organização e para o colaborador. Em 1969, o professor Laurence Peter cunhou um termo para explicar essa dinâmica: o Princípio de Peter. A tese é simples: dentro de uma hierarquia, todo funcionário tende a subir até atingir o seu nível de incompetência. As… Continue a ler »A promoção sem um método

A gestão baseada em fatos é a única que sobrevive

O Verdadeiro Poder Vicente Falconi

Vicente Falconi é, sem dúvida, a maior referência em gestão no Brasil. Ler o seu livro “O Verdadeiro Poder“, não é apenas consumir informações de negócios, mas é ter acesso a um manual de sobrevivência e crescimento profissional para qualquer organização que pretenda ser relevante, cada vez mais na era digital. Engenheiro formado pela UFMG, mestre e doutor pela Colorado School of Mines, Falconi foi professor por décadas e conselheiro de grandes empresas. O livro conta as experiências de sua atuação no conselho de empresas como AmBev e Sadia e de como atuou frente a projetos de gestão pública. Em… Continue a ler »A gestão baseada em fatos é a única que sobrevive

A IA entrega as respostas, a estratégia entrega o lucro.

Onde a IA termina e a estratégia começa. Inteligência Artificial e estratégia humana

Estamos vivendo o momento da automação das coisas. A cada semana, surge um novo modelo de Inteligência Artificial prometendo resolver muitos problemas. No entanto, aprendi que a tecnologia sozinha não consegue ensinar, porque ela oferece o “como”, mas não o “porquê”. Este tipo de tecnologia automatiza a criação de modelos, mas a visão estratégica de onde aplicá-los para resolver problemas complexos pertence a nós. O modelo é o meio É inegável que a IA é brilhante em processar volumes massivos de dados, identificar padrões e gerar modelos preditivos. Ela automatiza a parte “braçal” da ciência de dados. Contudo, um modelo… Continue a ler »A IA entrega as respostas, a estratégia entrega o lucro.

Qual é a tua obra? Uma breve reflexão sobre o que deixamos

Qual é a tua obra? Livro do Cortella.

A leitura do livro “Qual é a tua obra?“, de Mario Sergio Cortella, traz a sensação de um despertar, especialmente para quem já trilhou um longo caminho na vida. Este tipo de leitura é um ótimo convite para sairmos do modo automático e questionarmos o sentido do que fazemos todos os dias. A diferença entre o emprego e a obra A provocação central de Cortella é simples e profunda. Você tem um emprego ou você tem uma obra? Pois o emprego é apenas o meio de subsistência, aquela troca necessária de tempo por remuneração. Já a obra é a materialização… Continue a ler »Qual é a tua obra? Uma breve reflexão sobre o que deixamos